Picture SNOWSHOEING IN SANTA FE (NEW MEXICO, USA, March 2010)

Vicky Mundo Afora ou Mundoafora? Nao importa. É vida de imigrante. O mundo eh tao grande. Por que deveria passar minha vida inteira no Rio de Janeiro? Preciso viver e falar outras linguas, viver com e como outras pessoas. Um dia eu volto. Para onde? Ora, para casa. Onde eh casa mesmo?



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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Sean is Going Home

Finalmente cumpriu-se a lei. E neste caso a lei é também igual a atitude moralmente correta. A família comeca pelo pai e a mae, os outros parentes sao secundários. Importantes, sim, mas sem o direito de opinar na educacao de uma crianca contra a vontade dos seus genitores. Nunca houve uma única acusacao contra a moral ou a conduta do pai, nem mesmo a sequestradora nunca falou mal do David em momento algum do processo. Que a família Goldman possa agora viver em paz. David vai ter um trabalho enorme pela frente que será ajudar Sean a viver livre do processo de alienacao sofrido esses anos todos.

Leia uma excelente análise do desfecho do caso no blog do Reinaldo Azevedo, na Veja.

***

3 comentários:

Carlos, um jeito tabajara de ver a vida disse...

Em que pese a questão emocional, o pai tem direito assegurado. Considero a decisão certa, corretissima. Não se pode decidir um aquestão destas ao arrepio da lei, e menos ainda levando em consideração a questão financeira. mesmo que o pai nao tenha as mesmas condiçoes financeiras da ffamilia dos avós maternos, não é por isso que se deve tirar a guarda da criança dele.
Abraço Vicky!!!!!!!!!

Carlos, um jeito tabajara de ver a vida disse...

Assisti a entrevista da avó paterna do Sean, e ela fala que a familia brasileira está sentindo a dor que eles sentiram, quando Sean foi afastado deles, há anos atrás.Nada mais verdadeiro. Só pensaram na familia brasileira, e esqueceram que eles tambem tinham avós lá no states.
O que vimos aqui na TV, foi uma patuscada nacionalista, como se o garoto só tivesse familia brasileira. Acertada a decisao da justiça.

Estrella disse...

Concordo com nosso amigo Carlos. Acho que a decisão foi acertadíssima, e que o menino tem todo o direito de ser criado pelo pai.
Esse conceito tupiniquim de que a lei sempre pode ser burlada, é que é totalmente equivocada. Amo a minha terra, mas esse dramalhão mexicano que se fez em torno do caso, utilizando-se de sobrenomes famosos no meio jurídico, só piorou a situação do menino.
Tenho a nítida impressão de que a avó quer substituir uma perda que não pode ser substituída... e que vai voltar suas baterias para a neta que ficou aqui com o pai.
Já estou até com pena dele.
Enfim, no fundo, desejo que todos sejam felizes.

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